6 de julho de 2016

Caos na Saúde pública do Maranhão

Crescem a enxurrada de denúncias e a avalanche de reclamações direcionadas à administração do governador Flávio Dino. O Blog do Caio Hostílio apresenta mais uma e o Notas do Daniel Aguiar reproduz aqui, evidenciando o descaso com a Saúde pública do estado. 

Será que o governador Flávio Dino não vem cumprindo com as demandas da saúde com o intuito de “NÃO QUEBRAR O ESTADO?”. É inadmissível a falta de aplicabilidade corretamente dos recursos do SUS advindos do Governo Federal, todos os meses, e a obrigação constitucional de o governo estadual aplicar 12% de toda sua arrecadação na saúde do estado… Cadê a arrecadação do ICMS? Cadê o Hospital de Matões de Norte, que foi criado para tratamento de traumatologia? Ninguém sabe!!! Fiquem com a denúncia abaixo:

FORÇA SINDICAL DENÚNCIA.

HOSPITAL SOCORRÃO DE PRESIDENTE DUTRA/MA ESTÁ HÁ MAIS DE 35 DIAS SEM PLATINA PARA CIRURGIAS ORTOPÉDICAS…

A Secretaria de Saúde do Estado do Maranhão precisa urgentemente encontrar uma solução e dar uma resposta para os mais de 100 pacientes que se encontram hospitalizados no Hospital SOCORRÃO de Presidente Dutra, aguardando por Platina para que os médicos possam realizar cirurgias de osso nesses pacientes.

A denúncia chegou à Força Sindical através de um diretor do SINTESPEM- Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Presidente Dutra, professor Moreira que teve um joelho quebrado em um acidente de Moto no município e aguarda por Platina em um Leito do Hospital junto a outros 100 pacientes acidentados, há mais de trinta e cinco dias e sem nenhuma solução à vista, o que é uma vergonha.

Concurso movimenta o folclore de Santa Inês nesta sexta, 8


Um grande concurso cultural reunirá cerca de 15 associações folclóricas de Santa Inês nesta sexta-feira, dia 8, no Espaço Dona Zima. De acordo com a organização, a noitada será de disputas entre as melhores apresentações locais nas categorias “Quadrilha Junina”; “Danças de livre estilo” e o maior destaque do evento, que será a disputa entre os melhores “miolos de boi” de Santa Inês.

A coordenação do evento diz que, a princípio, o concurso era somente para a escolha do melhor “miolo de boi” do município, mas a disputa se estendeu a outros tipos de danças, que também fazem parte do folclore regional. Para acertar os detalhes do evento, uma reunião entre os brincantes e a organização foi realizada na tarde dessa terça-feira (5), no auditório da Prefeitura.
A disputa do “miolo de boi” homenageia a figura do brincante que passa o tempo todo ‘escondido’ dentro da armação em forma de touro. Ela é responsável pela performance do boi durante as apresentações deste folclore maranhense.

Acusado de duplo homicídio é condenado a 21 anos de cadeia em Zé Doca

A juíza Denise Pedrosa Torres, titular dada 1ª Vara de Zé Doca, presidiu uma sessão do Tribunal do Júri nesta terça-feira (5). Ao final da sessão, o réu Charles Silva e Silva foi considerado culpado e recebeu a pena de 21 anos de reclusão. Ele estava sendo acusado de ter matado os irmãos Evando Brito Leite e Everlando Brito Leite.

A denúncia narra que o duplo homicídio ocorreu em junho de 2008, dentro do clube Casa da Música, que fica na Vila Gusmão, em Zé Doca. Charles Silva teria matado os irmãos com disparos de arma de fogo. Charles Silva e Silva foi preso em 2013, quando estava em São Paulo. Nos dois casos, o conselho de sentença rejeitou a absolvição do acusado.

A magistrada observa que as circunstâncias dos crimes foram graves, haja vista que os disparos de arma de fogo aconteceram em uma festa, dentro de um clube lotado, colocando em risco outras pessoas.

A promotora de Justiça Isabelle de Carvalho Fernandes Saraiva e o advogado Roberto Walter Rodrigues atuaram na acusação e defesa, respectivamente. O condenado Charles Silva e Silva deverá cumprir a pena em regime inicialmente fechado, no Complexo Penitenciário de Pedrinhas, em São Luís.

5 de julho de 2016

Prefeitura de Santa Inês realiza Feira do Livro de 13 a 15 deste mês

22 anos se passaram após a realização da 'mais recente' feira do livro que se tem registro no município de Santa Inês. Isso mesmo! Em 1994 a Vale mobilizou a comunidade estudantil e promoveu o evento literário na capital do Vale do Pindaré.

Hoje
Considerando o intenso trabalho - desenvolvido nas escolas da rede municipal de ensino - de formação do leitor e na ampliação da capacidade cultural e intelectual dos estudantes, a Prefeitura de Santa Inês, por meio da Secretaria de Educação, vai realizar uma mega Feira do Livro no município. A determinação partiu do prefeito Ribamar Alves que, em conversas com educadores e com o secretário Paulo Rodrigues, solicitou que o evento marcasse o encerramento do primeiro semestre letivo das escolas públicas municipais.

A Feira do Livro de Santa Inês será realizada no Ginásio João Cambinha de 13 a 15 de julho.

Será, realmente, um mega evento que promete ficar na História. Para se ter uma ideia, 16 autores da Academia Maranhense de Letras ministrarão palestras aos presentes sobre temas que envolvem a linguagem, leitura, literatura etc. "O professor Sebastião Moreira Duarte, expert em literatura norte-americana estará ministrante palestra sobre Gonçalves Dias, já que ele é um dos maiores estudiosos desse autor no mundo", completou o secretário de Educação Paulo Rodrigues. 
A parte interna do ginásio será usada para exposições de editoras, recitais, palestras e apresentações de peças teatrais.

O lado de fora do ginásio também será bem aproveitado. O planetário da UFMA, (isso mesmo!) estará no local que também terá espaço para atividades voltadas às crianças (muro literário e muito mais).

"A Feira será um momento ímpar, sui generis, de relação afetiva com o livro, com o autor e com a leitura. É por demais importante essa feira, pensada e ofertada a população de Santa Inês pelo prefeito Ribamar Alves", finalizou o secretário.

'Taí'... é uma excelente pedida para quem gosta de uma boa leitura e uma ótima oportunidade de envolver ainda mais as crianças e jovens de Santa Inês nesse universo maravilhoso das letras.

Mais sobre o Professor Sebastião Moreira Duarte
Licenciado em Filosofia e Pedagogia, é professor aposentado da Universidade Federal do Maranhão, onde ingressou em 1972. Mestre em Administração Universitária pela Universidade do Alabama, e doutor em Literatura Latino-Americana pela Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. No Brasil, exerceu atividades docentes e administrativas em universidades do Maranhão e da Paraíba. Foi visiting scholar das universidades de San Diego, na Califórnia, e de Illinois (Urbana-Champaign), além de professor da Universidade do Tennesse, em Knoxville, nos Estados Unidos. Tem publicado diversos trabalhos em periódicos educacionais e literários do Brasil e do exterior. Entre 1999 e 2001 foi um dos colaboradores da coluna Sacada, de O Imparcial. Coordenador editorial da coleção Maranhão Sempre, pela qual foram publicados 24 títulos da bibliografia maranhense, com o selo da Editora Siciliano (SP) e sob o patrocínio do Governo do Estado do Maranhão. Atualmente presta colaboração editorial ao Instituto Geia, pelo qual tem trabalhado em numerosas publicações. 

Flávio Dino avisa que não vai pagar emendas e nem conceder reajustes salariais a servidores

O governador Flávio Dino (PCdoB), já mandou o recado e quem quiser que continue com as reclamações, mas o comunista foi claro e direto: não vai pagar emendas parlamentares e muito menos atender as reivindicações salariais aos servidores estaduais. A declaração foi dada aos jornalistas Jorge Vieira e Raimundo Garrone, e publicada nos blogs de ambos, respectivamente.


Flávio Dino usa como argumento a crise econômica que o país está vivendo: “Eu respeito muito o instituto da emenda parlamentar, por que sei que ela é importante. Agora, nós estamos vivendo uma crise econômica igual a 1929, 1930. Então eu não posso quebrar o Estado para atender um segmento, qualquer que seja ele. Isso vale desde as emendas parlamentares, como vale para as reivindicações salariais dos servidores públicos”.

Como resposta ao posicionamento do governador, os deputados estaduais vem obstruindo a pauta de votação e impedido que os projetos de interesse do executivo estadual entre em discussão.

De forma sistemática, três blocos que representam 16 deputados vem pedindo obstrução, eles são: Bloco de Oposição, Bloco Unidade Parlamentar e o PV.

Da outra ponta estão os servidores estaduais que continuam descontentes com as negociações. Os agentes penitenciários já pararam, assim como os policiais civis e os servidores do Detran. A situação pode se agravar nos próximos meses.

(Do Blog do Diego Emir)

Santa Inês - Prefeito revoga decreto que exonerava servidores

Durante Audiência Pública realizada na manhã desta terça-feira (5), na Câmara de Vereadores de Santa Inês que resultou na devolução (por parte do município de Altamira) dos povoados Bom Futuro, Boa Vistinha, Santa Cruz, São João dos Crentes, Bom Jesus, Ladeira do Gato, Três Sat‏ubas e Barro Branco ao município de Santa Inês, o prefeito Ribamar Alves deu mais uma excelente notícia à população das comunidades citadas.

"Determino a revogação do Decreto nº 809 de 1º de julho de 2016", afirmou o prefeito. O documento exonerava todos os servidores contratados pela Prefeitura de Santa Inês, de forma isonômica, e estavam lotados nos povoados que haviam sido anexados a Altamira.

"Nunca foi e não é intensão nossa, em momento algum, prejudicar quem quer que seja. Mas, se não pressionássemos, a prefeitura de Altamira jamais aceitaria devolver os povoados a Santa Inês". enfatizou.

E o prefeito acertou. Se Altamira continuasse com as comunidades, precisaria arcar com as despesas.
O secretário municipal de Educação, Paulo Rodrigues, usou a tribuna da câmara para falar diretamente aos educadores: "Eu convoco todos os educadores para que, a partir de amanhã, todos voltem ao trabalho nos povoados. Vamos manter o serviço de Educação para os povoados. Carteiras, birôs e livros serão encaminhados e o salário já está na conta. Parabéns!"

O público que lotava a galeira da casa, em boa parte formada por lideranças comunitárias, aplaudiu muito. 

Ribamar Alves garante devolução de povoados

Tudo parecia perdido. Os povoados Bom Futuro, Boa Vistinha, Santa Cruz, São João dos Crentes, Bom Jesus, Ladeira do Gato, Três Sat‏ubas e Barro Branco, definitivamente, já pertenciam ao município de Altamira. Milhares de famílias, inconformadas e revoltadas, já não alimentavam tanta esperança. Mas, aí, veio um líder que tomou para si as dores daquele povo e comandou a infantaria. A batalha, que parecia perdida, ganhou novo direcionamento. A luta foi intensa mas, ao final, o povo saiu vitorioso.
Em Audiência Pública realizada na manhã desta terça-feira (5), na Câmara de Vereadores de Santa Inês, o prefeito Ribamar Alves - acompanhado por representantes das comunidades-, intensificou a ofensiva aos flancos eliminando qualquer poder de reação, apesar das tentativas da oposição de minar a área. Não deu outra: os povoados voltarão a compor o município de Santa Inês.

As comemoração seguem pelos povoados. 

"Quero parabenizar, principalmente, a comunidade que soube reivindicar os seus direitos. É assim que tem que se comportar. Tem que se manifestar, tem que se indignar. Não se pode aceitar. Agora, essa lei temos que revogar e vamos revogar na luta. Só a luta constrói e só se constrói lutando com sabedoria e, acima de tudo, a perseverança que Deus nos deu, além da força, coragem e a vontade de fazer", ressaltou o prefeito Ribamar Alves 
Francisco Silva, representando o prefeito de Altamira foi direto ao ponto: "vamos devolver todos os povoados ao município de Santa Inês".
O diretor do Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos (IMESC), Josiel Ribeiro, que também participou da audiência bateu o martelo: Francisco Silva, você na condição de representante de Altamira e o Município de Santa Inês, representado pelo prefeito Ribamar Alves, eu pergunto: temos um termo de acordo a construir? 

Ao que reponderam, em alto e bom som, Francisco e Ribamar: "sim".

"O IMESC, a partir de agora, oficialmente, se propõe a construir um Termo de Acordo que será efetivamente assinado em São Luis", completou o representante do IMESC.

Neste caso, cai por terra a ação do deputado Stênio Resende, tio do também deputado Juscelino Filho, que desmembrou os povoados e os anexou ao município de Altamira. Bom Futuro, Boa Vistinha, Santa Cruz, São João dos Crentes, Bom Jesus, Ladeira do Gato, Três Sat‏ubas e Barro Branco pertencem a Santa Inês e ponto final. 

E, se acaso houver qualquer alerta tempestivo de retaliação, os moradores mantém tropas reservas à retaguarda. "A pressão foi tamanha que produziu, também, um Decreto Legislativo do deputado Adriano Sarney, que é o presidente da Comissão de Limites dos Municípios (da Asembleia Legislativa), que é a quem compete fazer isso, pedindo plebiscito para a população dos povoados dizerem que são de Santa Inês, como já disseram ao IMESC e ao IBGE, dizerem desta vez, oficialmente, ao TRE, que pertencem e querem continuar como Santa Inês", enfatizou Ribamar Alves.
O decreto foi publicado nessa segunda-feira (4), na Assembleia Legislativa.

MAIS SOBRE O ASSUNTO:

Santa Inês - Colocando pingos nos "is" do caso dos povoados

Justiça condena Franere, Gafisa e Tenda ao pagamento de indenização de 10 milhões por danos ambientais

Em decisão datada do último dia 20 de junho, o juiz Douglas de Melo Martins, tiular da Vara de Interesses Difusos e Coleivos, condenou a FRANERE Montante Ltda., Gafisa S/A e Tenda S/A ao pagamento de R$ 10 milhões de indenização "por danos ambientais causados pela supressão de floresta secundária de babaçu e capoeira grossa" na área dos empreendimentos Grand Park I, II e III (loteamento New Ville, na Avenida dos Holandeses). O valor deve ser destinado ao Fundo Estadual de Defesa dos Direitos Difusos. Na sentença, o magistrado condena ainda as construtoras, solidariamente, a apresentar, no prazo de seis meses, Estudo Prévio de Imactos Ambientais e "demais documentos impostos pelo Município, inclusive com proposta de ambiental, conforme a Lei nº 9.985/2000". A multa diária paa o não cumprimento dessa última determinação é de R$ 10 mil.

No documento, Douglas de Melo Martins condena o Município de São Luís, a exigir, no prazo de 60 (sessenta0 dias, a realização de novo licenciamento ambiental destinado a avaliar os três empreendimentos (Gran Park I, II e II), "conjuntamente com a apresentação de Estudo Prévio de Impactos Ambientais, conforme regência da Resolução CONAMA nº 001/86 e demais disposiçõs aplicáveis". Em caso de descumprimento, a multa diária é de R$ 10 mil.

De acordo com a VIDC, todos os réus já foram oficialmente intimados a partir da publicação da sentença no Diário da Justiça, no último dia 28 de junho. O prazo para recurso é de 15 (quinze) dias úteis.

A sentença atende à Ação Civil Pública promovida pelo Ministério Público Estadual em desfavor da FRANERE Montante Imóveis Ltda., Município de São Luís, Estado do Maranhão, Gafisa S/A e Tenda S/A (essa última sucessora da Fit Residencial). Na ação, o autor alega que o licenciamento ambiental para construção dos empreendimentos Grand Park I, II e III foi "indevidamente fragmentado e eivado de ilegalidade, haja vista que, para obeter o referido licenciamento, a construtora FRANERE omitiu a existência de densa floresta composta de babaçuais, que restou devastada". Ainda segundo o autor, devido à relevância do impacto ambiental seria necessária a elaoração do EIA/RIMA (Estudo de Impactos Ambientais), o que não foi feito. A sobrecarga na infraestrutura de abastecimento de água, esgotos e outros também é relatada pelo MPE, que destaca inquérito civil (nº090/2008) instaurado para apuração dos fatos. De acordo com o autor da ação, "no próprio licenciamento há a informação de que a CAEMA não teria condições de atender à demanda de água". Outro argumento do MPE refere-se a autuação da FRANERE por parte do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Renováveis - IBAMA, por crime ambiental em razão do desmatamento de 1,5 hectares de terra.

Danos ambientais - Em suas fundamentações, o juiz Douglas de Melo Martins relata que a 2ª Vara da Fazenda Pública "deferiu peltio de prova pericial para que fossem valorados os danos ambientais evenutalmente ocorridos e para dimensionar os impactos ambientais". Douglas ressalta ainda a determinação, pela Vara de Interesses Difusos, da nomeação de peritos a serem pagos pelos réus, que apesar de devidamente cientificados da determinação "permaneceram inertes".

Citando argumentação da Franere da inexistência de utilidade da ação devido ao inquérito civil juntado pelo autor possuir argumentos frágeis e inconsistentes, bem como a afirmação da empresa de que as licenças concedidas obtiveram o aval de todos os órgãos, assim como o projeto de viabilidade referente ao abastecimento de água, o magistrado afirma que não acolhe a preliminar de carência da ação. E destaca o objetivo da demanda, que é o de "delcarar a nulidade das licenças ambientais concedidas ilegalmente, sem a elaboração de estudo de impacto ambiental, bem como condenar os requeridos na obrigação de indenizar os danos ambientais causados pela supressão da floresta".

Incomum - Destacando os supostos responsáveis pelos danos ambientais objeto da ação - na visão do MPE as constutoras Franere, Gafisa e Tenda, e os entes públicos que concederam os licenciamentos ambientais - o magistrado afirma que, "na tentativa de se eximirem de uma possível condenação, Gafisa e Fit Residencial tentam transferir a responsabilidade pelo dano ambiental às sociedades limitadas recém-criadas". Douglas Melo registra ainda as três contestações apresentadas pela Gafisa, Fit e Grand Park's, segundo o magistrado "patrocinadas pelo mesmo causídico e com idêntico teor" e o ingresso voluntário do Grand Park (Parque das Águas, Árvores e Pássaros) na ação, "com a tese de serem os verdadeiros réus".

Nas palaras do juiz, "é incomum um ente apresentar contestação sem sequer participar do polo passivo da demanda, e, ainda, requerer a exclusão dos outros demandados do processo, informando que estes não teriam qualquer responsabilidade. A meu sentir, isso se explica pelo fato de a procuração do Grand Park ser firmada por um diretor de uma das outras socieddades empresárias demandadas".

Martins destaca que a responsabilidade civil em matéria ambiental é objetiva e solidária, o que significa que todos os responsáveis diretos e indiretos pela atividade respondem solidariamente pelos danos dela decorrentes.

Vala
O juiz destaca informações contidas nas solicitações de licenças prévias e de instalação feitas pela Franere junto à SEMA, idênticas nos três processos - Grand Park I (400 apartamentos), Grand Park II (800 apartamentos) e Grand Park III (960 apartamentos) - a exemplo da informação de que "no local destinado à implantação do projeto a vegetação se resume à uma vala e descaracterizada capoeira e nada mais restado da cobertura vegetal que recobria o solo", bem como as de que "a fauna e a flora da área já foram totalmente suprimidas em virtude do procesos acelerado de urbanização" e que "o empreendimento será servido por água do sistema público de abasteciemnto e rede oficial coletora de esgotos da CAEMA".

Ainda de acordo com o magistrado, no intuito de emitir os refeiros pareceres, os profissionais responsáveis da SEMA realizaram vistoria no local do empreendimento, e "verificaram a existência de terraplenagem numa parte do terreno com supressão de vegetação, limpeza de área e construção de stand de vendas da empresa Franere".

"Ora, observa-se que muito antes de obter o licenciamento ambiental a construtora ré já havia efetuado a limpeza do terreno, devastando e desmatando qualquer espécie de vegetação porventura lá existente", alerta o juiz.

Douglas Melo destaca ainda parecer técnico da SEMA atestando a existência de dano ambiental e a necessidade de projeto de compensação ambiental, o que, na visão do magistrado, seria um obstáculo à liberação, em maiores estudos, da refeirda licença. "Apesar do relato dos técnicos subscritores dos pareceres, foi concedida a licença ambiental solcitada pela construtora", afirma o juiz.

Ainda segundo o magistrado, por meio de ofício, o IBAMA comunicou ao MPE a autuação de infração cometida pela Franere por possível crime ambiental previsto no art.60 da Lei 9.605/98, solicitando a instauração de ação penal pública. Em memorando expedido pelo órgão à época, o IBAMA alerou ainda que "embora a obra tenha começado há cerca de cinco meses e a ação fiscalizatória se dado no dia 29 de outubro de 2007, os requerimentos de licenças ambientais foram feitos apenas nos dias 16, 19, 22 e 29 do mesmo mês (outubro 2007)." Douglas alerta para outra autuação do IBAMA à Franere, "atestando o desmatamento de um hectare em floresta de babaçual sem autorização do órgão competente".

Veracidade duvidosa
Segundo o juiz, em relatório de atendimento à denúncia elaborada pelo IBAMA, o relato da gerente de planejamento da ré (Franere) atesta que "a derrubada de babaçu na área foi de fato responsabilidade da empresa, por meio de outra empresa contratada, a qual achou por bem fazer uma limpeza da área". No relatório, a gerente admitia "não ter ainda sido obtida a Licença de Instalação de projeto junto à SEMA".

"Por todo o narrado, observa-se que as informações constantes nos Planos de Controle Ambiental são de veracidade duvidosa, em virtude de não representarem fielmente a realidade da área onde foi construído o Grand Park", observa o juiz. E continua: "Ao contrário do alegado, o Mnicípio de São Luís, por intermédio da SEMMAM, concedeu indevidamente autorização à Franere para supressão de vegetação e limpeza da área".

"A área desmatada pelas rés consistia em uma floresta secundária em avançado estágio de recuperação composta por babaçus. A construção de mais de dois mil apartamentos torna evidente a possibilidade do impacto ambiental, o que demandaria estudos mais complexos, tais como o EiA/RiMA", conclui Martins.

Asscom CGJ-MA

4 de julho de 2016

Audiência pública vai discutir desmembramento de território do município de Santa Inês

A Câmara Municipal de Santa Inês realiza nesta terça-feira (05), às 09 horas da manhã, uma Audiência Pública com a presença do Prefeito Ribamar Alves, representantes de povoados e do IBGE para discutir a situação dos povoados que foram desmembrados, por ordem judicial, do município de Santa Inês.


O presidente do Legislativo, vereador Orlando Mendes, espera contar com a presença de moradores e representantes das comunidades de Bom Futuro, Boa Vistinha, Santa Cruz, São João dos Crentes, Bom Jesus, Ladeira do Gato, Três Sat‏ubas e Barro Branco, na discussão de tão relevante assunto.

Divulgada lista de estudantes pré-selecionados para participar do Parlamento Jovem Brasileiro 2016

O Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), convocou, nesta segunda-feira (4), os estudantes maranhenses pré-selecionados para participar do Parlamento Jovem Brasileiro (PJB) 2016. Eles devem realizar a inscrição no sistema eletrônico de seleção final (www.camara.leg.br/pjb). A relação com os estudantes maranhenses pré-selecionados foi divulgada no site do programa e os estudantes poderão realizar a inscrição de 4 a 10 de julho.
Ao todo, 12 jovens foram pré-selecionados no Maranhão (foto/Imagem), quantitativo proporcional para representação do estado, conforme o programa. Para realizar a inscrição, os estudantes devem acessar o sistema, preencher o formulário eletrônico com os mesmos dados constantes na ficha de inscrição e anexar cópia da documentação pessoal, bem como seu projeto de lei. A inscrição no sistema eletrônico não é uma etapa eliminatória e todos os 12 jovens pré-selecionados têm direito de participar da seleção final.


De acordo com orientação do Manual de Procedimentos do PJB, os estudantes devem guardar cópia de todos os documentos enviados à Secretaria de Educação (arquivos e cópias). Os jovens que encontrarem dificuldades ou estiverem impossibilitados de realizar sua inscrição, podem entrar em contato com a coordenação do PJB no estado, por meio do e-mail pjb2016.seducma@gmail.com.

O Parlamento Jovem Brasileiro é um programa que simula uma jornada parlamentar de jovens estudantes, com idade entre 16 e 22 anos. O PJB tem por finalidade possibilitar aos alunos de escolas públicas e particulares a vivência do processo democrático mediante participação em uma jornada parlamentar na Câmara dos Deputados com diplomação, posse e exercício do mandato. Em paralelo a isso, o programa também visa estimular nas escolas a discussão de temas como política, cidadania e participação popular.

De mal a pior. Malrinete Gralhada amarga rejeição em Bom Jardim

Com o discurso de fazer a melhor administração em Bom Jardim, Malrinete Gralhada tem mostrado para que, de fato, veio. Diante de diversos escândalos administrativos, a cidade está em completo estado de abandono, folha de funcionários públicos em atraso, falta de diálogo com o Legislativo, e a não realização de festas culturais e tradicionais (o aniversário da cidade, arraial do município etc). Ao mesmo tempo, Gralhada ostenta licitações milionárias e ainda alega crise no município, dar para entender?


Devido a falta de planejamento, a educação foi a política pública que mais sofreu impactos negativos na gestão Malrinete Gralhada. O governo Gralhada levou os índices de educação do município de Bom Jardim aos piores da história. A falta de compromisso com o setor acarretou o abandono e desativação de inúmeras unidades de ensino em todo o município.

A todo momento é visto profissionais da educação (professores e demais servidores) denunciarem em redes sociais o descaso com uma das políticas essenciais. Uma das denúncias, recentemente, ganhou grande repercussão na mídia local e nacional, sendo comentada, inclusive, no Senado Federal. A denúncia fala sobre o fato de crianças estarem sentadas no chão por falta de carteiras escolares, péssimas condições de estruturas físicas nas escolas, falta de professores e os que no exercício se encontram ficam, por meses, sem receber seus vencimentos. 

Pasmem! Desde que gralhada assumiu a prefeitura, já entraram R$26.334.401,52  (vinte e Seis milhões, trezentos e trinta e quatro mil e quatrocentos e um reais e cinquenta e dois centavos) só do FUNDEB. (Fonte BB repasses)

O atraso no pagamento gera revolta nos bonjardinenses. Sabe-se que nenhuma administração anterior deixou os trabalhadores em situação precária como a atual. Em consequência disso, a economia do município sofre profundos impactos, gerando empobrecimento e falência do comercio local. Com isso o desemprego na cidade tem aumentado, inevitavelmente, criando um clima de caos e marginalidade.

As dificuldades vividas pela sociedade bonjardinense, alimenta (acredite!) um sentimento de desejo de retorno da prefeita eleita Lidiane Leite da Silva. Isso mesmo! Comentários nos bastidores dos serviços públicos setoriais, nas ruas e em redes sociais ganham força e até campanhas favoráveis ao retorno de Lidiane estão sendo criadas. Para o defensores do retorno da ex-prefeita, quando esta era gestora, os serviços públicos funcionavam e os pagamentos eram feitos na data prevista.

Santa Inês - Colocando pingos nos "is" do caso dos povoados

O tema é polêmico e está dando muito o que falar nos quatro cantos do município de Santa Inês e de cidades vizinhas. O fato é: os povoados Bom Futuro, Boa Vistinha, Santa Cruz, São João dos Crentes, Bom Jesus, Ladeira do Gato, Três Sat‏ubas e Barro Branco, outrora pertencentes a Santa Inês, agora são do município de Altamira.

Mas, por que Santa Inês perdeu esses povoados?
Quem solicitou o desmembramento? 
Quando?
Por que?
Pra que?

São questionamentos feitos por todos que falam sobre o assunto, em especial os moradores das comunidades citadas.

Pois bem... a explicação é simples e os documentos corroboram as afirmações feitas neste blog.

Essa ação é oriunda de um Projeto de Lei de 2001 de autoria do então deputado Stênio Resende. O projeto transitou à revelia, ou seja, os prefeitos (Valdivino Cabral e Roberth Bringel) não fizeram nenhum esforço de pelo menos entrar com alguma ação na tentativa reverter tudo isso. E o problema seria ainda maior pois, além de Altamira, Vitorino Freire e Bela Vista também teriam ficado com povoados de Santa Inês, de acordo com ação inicial. 
Mais de uma década depois que Stênio Resende entrou com a ação de desmembramento, Ribamar Alves assumiu o Executivo Municipal e as coisas mudaram. Como? Foram inúmeras reuniões com os prefeitos dos três municípios (Altamira, Vitorino Freire e Bela Vista) na tentativa de reverter o processo (já quase irreversível). O diálogo amistoso, mediado pelo IMESC (Instituto Maranhense de Estudos Socioeconômicos e Cartográficos) rendeu frutos. Vitorino Freire e Bela Vista concordaram em devolver os povoados a Santa Inês. Mesmo tendo sido comprovada a relação socioeconômica da população dos povoados Bom Futuro, Boa Vistinha, Santa Cruz, São João dos Crentes, Bom Jesus, Ladeira do Gato, Três Sat‏ubas e Barro Branco com o município de Santa Inês, o prefeito de Altamira bateu o pé e disse não. As alegações são baseadas na diminuição de recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

Os moradores dos povoados em questão estão revoltados. E têm toda razão. Anoiteceram morando, trabalhando e criando suas famílias na capital do Vale do Pindaré e amanheceram em Altamira, sem saber o que fazer.

Aproveitando-se do clima,  opositores ao governo de Ribamar Alves encarregaram-se de espalhar mentiras sobre o caso, afirmando que o prefeito é o responsável por tudo isso.

É muito simples perceber quem são os responsáveis pela imensurável perda do município.
Vamos a uma explicação breve e simples:

O deputado Stênio Resende é o autor da ação que fez Santa Inês perder os povoados. OK?
Stênio é tio (irmão do pai) de Juscelino Filho, atual deputado federal. OK?
Juscelino é sobrinho da ex-deputada e atual pré-candidata a prefeita de Santa Inês, Vianey Bringel. OK? OK...

O que os Bringel têm com essa história? Simples: Roberth Bringel foi prefeito de Santa Inês durante oito anos e, sendo casado com Vianey, também é tio de Juscelino. 
Resumindo: o casal Bringel não mexeu uma palha para evitar a perda dos povoados em oito anos de mandato. Já que não enviou um representante sequer para reuniões da comissão que discutia o caso, por que não pediu ao sobrinho que retirasse o processo para não prejudicar o povo? Por que? Essa resposta fica a seu critério, caro leitor.

Recentemente, Juscelino teve a coragem de ir à tribuna da Câmara Federal lamentar o episódio, mas esqueceu de dizer que a ação é do tio dele. 

Enquanto isso, o atual prefeito convoca reuniões para tentar reverter a situação. Praticamente impossível. 
Todas as oportunidades de manifestações no processo foram utilizadas por Ribamar Alves no sentido de que os povoados fossem mantidos sob administração de Santa Inês. No entanto, para o IBGE quem mora nesses povoados mora em Altamira e não em Santa Inês. Assim o TRE decidiu.

Fiquemos atentos... a "Grande Família" tem pretensões políticas em Altamira. Não lhes parece mais uma manobra para o povo votar no parente de lá?

Enquanto isso, o povo vive como se estivesse abandonado. Mas, não se trata de abandono. Há um impedimento legal que proíbe qualquer administração Municipal de gastar verba destinada a um município em outro que não seja àquele.

Se os povoados são agora de Altamira, a administração socioeconômica deve ser de sua responsabilidade, sob pena do prefeito responder por improbidade por destinar verba para outra localidade alheia a suas responsabilidades.


A versão da equipe que prendeu o neurocirurgião Benedito Sabbak

Da Equipe Sd Mário, comandante da Equipe Tornado da 4ª Cia/9BPM

Ser policial militar vai além de um sonho, pois pra conseguir chega lá, tem que disputar o mesmo sonho com milhares de pessoas.

O sonho de ser útil a sociedade e de trabalhar de forma dignidade, utilizando sempre os cuidados necessários para obedecer todos os preceitos do princípio da legalidade, razoabilidade e proporcionalidade, ou seja, obedecendo aos princípios fundamentais instituídos na constituição Federal.

*Porém as nossas ações são questionadas pelos “especialistas em segurança pública”.*

Mesmo com a consciência tranqüila de agir em conformidade com a lei e os princípios morais vigentes em nosso ordenamento jurídico.

Há a necessidade de esclarecer ponto a ponto os fatos sobre a ocorrência do dia 29/06/2016, na avenida beira mar, às 15h30min h. Com o senhor Benedito Sabbak Thomė Junior, médico especialista em neurocirurgia.

Em principio a ocorrência foi repassada pelo CIOPS que havia um tumulto em frente ao terminal da integração. Mesmo local de um evento religioso e tradicional que ocorre todos os anos e que toda a sociedade ludovicense tem ciência, que nesse período o transito é lento. Pois milhares de fieis acompanham a procissão de São Pedro, a equipe TORNADO, de moto patrulhamento da PMMA, composta nesse momento por 03 policia,sendo uma policial feminina, dirigiu-se brevemente ao locar por estar nas imediações, para atender mais uma das ocorrências que já faz parte do nosso ofício.

Chegando ao local nos deparamos com populares assustados e revoltados com o acontecido que até então não sabíamos o teor da ocorrência –

Ao ouvir o relato dos agentes de trânsito, os quais são profissionais que possuem fé pública, que uma pessoa que estava no carro Fiat uno de cor cinza foi apontado o veículo a guarnição por populares, teria proferido palavras de baixo calão e batido com agressividade no vidro da viatura da SMTT, devido a não poder prosseguir com seu veículo em conseqüência do evento, evento este, que estaria fazendo seu percurso terminal Hidroviário- capela de São Pedro auxiliado com uma viatura do corpo de Bombeiros.

Após ouvir os agentes, nos deslocamos ao carro que o senhor Benedito conduzia, a fim de escutar a sua versão dos fatos, o qual desce do veículo com *suas roupas desalinhadas, camisas com botões abertos e zíper das calças abertas**. visivelmente Transtornado, falando de forma autoritária e tom de voz alta e enrolada sendo difícil a compreensão de sua fala. 

Que teríamos que obrigar os agentes que se encontravam de serviço controlando o trânsito a criar uma passagem para seu veículo – (varias pessoas ali estavam com seus carros engarfados mais ninguém tomou nenhum tipo de atitude desmedida OU desnecessária).

Foi pedido ao senhor Benedito que se acalmasse o seu ânimo, não sendo atendido a guarnição foi agredida por empurrões e foi dada voz de prisão ao senhor Benedito pelo desacato aos agentes de trânsito que ali representavam o Estado na sua esfera Municipal, precisamente a SMTT (secretária de trânsitos e transportes) e por ter agredido com empurrões um dos componentes da guarnição, em ato continuo o conduzido agarrou o colete de um dos policiais resistindo à prisão – por ter porte físico avantajado e seu ímpeto agressivo foi difícil a imobilização sendo necessária a ajuda de mais 02 agentes de trânsito que estavam no local para conter a agressão injusta aos policiais sofreram,sendo necessário o uso de técnicas de imobilização, uso progressivo da força de forma moderada e uso de algemas para conter o conduzido – (vale ressaltar que os requisitos da súmula 11 do STF foram devidamente observados, esta prescreve quando necessário e autoriza o uso de algemas.)

Foi conduzido em uma viatura da polícia militar no xadrez da viatura para que fosse preservado à segurança dos policiais e a própria do conduzido tendo em vista seu comportamento desmedido até o plantão central do parque bom menino para que se fosse tomada as devidas providências legais, ao chegar foram tiradas da viatura momento o conduzido tentar soltar se do policial e Cai sozinho devido ao seu possível estado de embriaguez alcoólica, o conduzido apresentava sintomas de embriaguez: forte odor de bebida alcoólica, pupila dilatada, agressividade, impulsividade, cambaleando , fala arrastada, agitação, falta de moderação.

O CONDUZIDO mesmo já na delegacia o senhor Benedito não se acalmou, continuando seu comportamento agressivo, prepotente, com ameaças que conhecia muitas autoridades da polícia militar e Civil, do judiciário na tentativa de causar intimidação aos policias e agentes de trânsito que ia nos processar, que quando encontrasse o policial que segurou o colete o finalizaria facilmente devido a praticar artes macias (o senhor Benedito, tomou gosto (insinuações a sua condição de mulher e a sua beleza) com a policial feminina dizendo que era a melhor coisa que Deus fez.

Todo o tempo com comportamento agressivo, transtornado e oferecendo perigo a integridade física aos presentes naquela delegacia de policia teve que ficar o tempo que ALI estava algemado. Foi solicitado junto ao ciops o apoio de uma viatura da CPRV que está tem o bafômetro para proceder o teste ,ao chegar os policiais da cprv pediram e indagaram se faria o teste do bafômetro o senhor Benedito recusou -se a fazer , foi preenchido um termo de constatação de embriaguez, neste momento o delegado André Grossain chegou ao local falou com guarnição para tomar ciência do ocorrido, foi relatado ao mesmo os fatos e este humildemente e com vergonha pediu desculpas pela atitude lamentável de seu amigo Benedito e disse ser inadmissível esse comportamento diante de profissionais de segurança e dos agentes de transito (que confirmaram a versão dos fatos ) abro uma parênteses aqui (o delegado Andre grossain até então não o conhecia.

(MAS IMPRESSINOU pessoa educada integra e foi de um respeito ímpar a nossa guarnição) pediu pudesse tirar as algemas do senhor Benedito, falei que se ele responsabilizaria pelo eventual comportamento do senhor Benedito APOS tiras as algemas? Disse que sim. Foram retiradas as algemas e com a presença do delegado finalmente e senhor Benedito acalmou seu ânimo exaltado e agressivo. 

Foi condicionado o boletim de ocorrência sendo anexado termo de constatação de embriaguez e constando as vítimas e testemunhas oculares dos acontecimentos em frente ao terminal foram apresentadas a policia civil o conduzido senhor Benedito com uma leve escoriação em seu queixo.

Foi lavrado o auto de flagrante sendo atuado em conformidade ao artigo 306 da lei n*9.503/97 no qual vem criminalizada a conduta de dirigir veículo automotor sob a influência de álcool ou outra substância psicoativa, crime conhecido como embriaguez ao volante. Com a sensação do ver cumprindo e a consciência tranqüila que foi atendida toda a legalidade que exige a conduta do policial militar no atendimento das ocorrências dos cidadãos. Ninguém em nenhum momento disse que senhor Benedito, renomado médico desse estado era uma pessoa de má índole, que era vagabundo ou qualquer outra classificação que desabonasse contra a sua carreira, a sua moral, a dignidade da pessoa humana nenhum ato foi cometido para contra a sua integridade física.

Só que as pessoas de bem também transgridem as leis e o ordenamento jurídico deste país. Diante da falta de observância e desrespeito as normas tipificadas no código de penal pátrio, a policia Militar do Maranhão não podia fechar os olhos para a conduta delituosa do senhor Benedito sabbak thome Junior, passar a “mão na cabeça” “aliviar lado dele” ou qualquer outra expressão que significasse ajudar a gerar a impunidade. e liberá-lo no local da ocorrência sem fazer o procedimento legal por ele ser médico, ter feitos várias cirurgias em colegas nossos de serviços chegando até a salvar a vida.

Ninguém esta acima da lei! Agradecemos por tudo que faz a essa corporação. Mas não mesmo senhores e senhoras não podemos fugir dos nossos deveres, furto de nossas obrigações.

Que senão que cometeria crime seria a guarnição da polícia militar que estaria prevaricando crime previsto Art. 319 -CPB Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal. 

AQUI AGRADEÇO A DEUS PELA SABEDORIA PARA TOMAR AS ATITUDES CERTAS DIANTE DO SERVIÇO POLICIAL MILITAR E AOS MEUS IRMÃOS DE FARDA QUE MUITO ME ENSINARAM SOBRE ESTA PROFISSAO QUE E MAIS QUE PROFISSAO E SACERDÓCIO. ESSAS PALAVRAS SÃO DE TODA A EQUIPE. SD PM MARIO, COMADANTE DA EQUIPE TORNADO DA 4CIA 9BPM.

Confira a versão do médico no Blog do Abimael Costa

Bom Jardim - PM intensifica o trabalho no combate a veículos irregulares

A guarnição da Polícia Militar formada pelo Sargento Parga e os Soldados F. Carvalho, Santiago e Magno realizava abordagens na Rua do Comércio, em Bom Jardim, quando detectou suposta irregularidade em uma motocicleta Honda Broz 150cc (foto).

A equipe constatou possíveis alterações no chassi. A suspeita é de que o veículo tinha placa clonada. A condutora e a motocicleta foram conduzidas ao DP de Bom Jardim para que fosse tomadas medidas cabíveis.

Ribamar Alves nomeia concursados

 
Em cerimônia realizada na última sexta-feira, 1º, o prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves, fez a entrega do termo de nomeação a cerca de 200 aprovados no Concurso 01/2011. Além do prefeito, o evento contou também com a presença de secretários, diretores de departamentos, da Imprensa e de uma plateia lotada dos agora novos funcionários da Prefeitura de Santa Inês.
Esses servidores foram chamados através do Edital 023/2016, publicado no dia 2 de junho, contemplando cargos como assistente social, agente administrativo, motorista categoria D; técnico em informática, auxiliar de serviços gerais, vigia; farmacêutico, enfermeiro; psicólogo, clínico geral e fonoaudiólogo.

Durante a solenidade, Ribamar Alves destacou a valorização que sua administração dá ao funcionalismo municipal. “Ajustamos a máquina administrativa do Município e procuramos dar oportunidade a aqueles que de forma justa fizeram por merecer, ao serem aprovados em concurso público”, disse Ribamar Alves.

Também na sexta-feira, dia 1º, Ribamar Alves assinou o Plano de Cargos e Salários da Guarda Municipal e dos Agentes de Saúde e Endemias de Santa Inês, instituindo um direito das categorias. “Assim como fizemos com a Educação, assinando o Plano de Cargos, Carreira e Remuneração dos educadores, agora os guardas e agentes de saúde e endemias também estão sendo contemplados com seus planos”, destacou Ribamar Alves.

1 de julho de 2016

Ribamar Alves demite contratados de povoados de Altamira



Quem agiu de má fé contra o município de Santa Inês e em favor de Altamira, com interesses políticos (obviamente!), já sabia que isso iria ocorrer. A população dos povoados Bom Futuro, Boa Vistinha, Santa Cruz, São João Dos Crentes, Bom Jesus, Ladeira Do Gato, Três Satubas e Barro Branco começa a sentir o impacto da jogada política rasteira da qual foram vítimas. 

Após a decisão do Tribunal de Justiça do Maranhão e do Tribunal Regional Eleitoral que reduziu o tamanho do território do município de Santa Inês, a quantidade de habitantes e o número de eleitores em 2.324 votantes, sem nada poder fazer e sufocado pela crise instalada no País, o prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves, divulgou o Decreto nº 809, de 01 de Julho de 2016, em que exonera todos os contratados que trabalham nos povoados agora oficialmente pertencentes a Altamira.

Afinal de contas, a quem interessa levar os eleitores de Santa Inês para Altamira? Quem tem parentes/aliados políticos com interesses em cargos eletivos por lá? Pois é... quem vai sofrer - e muito - com essa jogada é povo.

Ainda com base no mesmo Decreto, o Município de Santa Inês convoca todos os funcionários efetivos e ocupantes de cargos comissionados lotados nos referidos povoados para se apresentarem na Secretaria Municipal de Administração de Santa Inês (Controladoria Interna) nos dias 04 e 05 de Julho de 2016, no horário de expediente, para tratar de assuntos referentes à mudança.

Eita, Queiroz! MPMA aciona prefeito de Monção por improbidade administrativa

A Promotoria de Justiça da Comarca de Monção ingressou, nesta quarta-feira, 29, com uma Ação Civil Pública por ato de improbidade administrativa contra o prefeito João de Fátima Pereira (conhecido como Queiroz). O Ministério Público recebeu e apurou uma denúncia de que o gestor teria utilizado recursos públicos para a compra de material de construção utilizado na reforma de sua residência.

O valor da compra seria de R$ 11.270,40. Documentos mostram que a solicitação de compra da Prefeitura de Monção tinha como destino o endereço do chefe do Executivo Municipal.

De acordo com o promotor de justiça Leonardo Santana Modesto, “não há dúvidas quanto à utilização de verba pública para a compra de materiais de construção, tais como kit de banheiro, chuveiro, telhas, cimento, dentre outros, destinados e utilizados na reforma da residência do demandado, constituindo tal conduta em ato de improbidade administrativa, na modalidade enriquecimento ilícito, causando dano ao erário no valor atualizado de R$ 20.489,25”.

Na ação, o Ministério Público requer a condenação de João de Fátima Pereira à perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao patrimônio, ressarcimento integral do dano, perda da função pública e suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos.

A lei também prevê o pagamento de multa de até três vezes o valor do acréscimo patrimonial e proibição de contratar ou receber qualquer tipo de benefício do Poder Público, ainda que por intermédio de empresa da qual seja sócio majoritário, pelo prazo de dez anos.

Após 14 anos de espera, Guarda Municipal de Santa Inês conquista vitória importante

Depois de 14 anos de peleja, finalmente, a Guarda Municipal de Santa Inês realizou um grande sonho. Os 59 servidores que garantem a ordem pública do município têm o trabalho reconhecido pelo poder público. O prefeito Ribamar Alves assinou nesta sexta-feira (1º), o Plano de Cargos, Carreira e Salários da Guarda Municipal.
A Guarda foi instituída durante o mandato do ex-prefeito Valdivino Cabral Filho. Passou em branco pelos dois mandatos de Roberth Bringel e, somente agora, na gestão do socialista Ribamar Alves, a categoria tem seus direitos garantidos. 
A celebração da realização da classe foi realizada no auditório da Prefeitura de Santa Inês na manhã desta sexta-feira (1º) e contou com a presença de autoridades políticas, membros da sociedade civil, além dos 59 servidores beneficiados com a ação do governo municipal.
Durante a atual gestão, além dos guardas municipais, os professores também conquistaram o Plano e o Piso Nacional. 

A luta continua e o prefeito Ribamar Alves já adiantou que, apesar das dificuldades, a sede própria da Guarda Municipal será uma realidade ainda este ano.