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Santa Inês - Réu é condenado a 12 anos por homicídio qualificado

25 de junho de 2013


Em sessão realizada no último dia 19, o Tribunal do Júri da Comarca de Santa Inês condenou o réu Francisco Cleiton Oliveira Ferreira a 12 anos de reclusão, em razão do homicídio de Ocean do Nascimento Alencar, ocorrido no dia 29 de julho de 2009.

O Conselho de Sentença acolheu integralmente a tese defendida pela promotora de justiça Norimar Gomes Nascimento Campos, titular da 3ª Promotoria de Justiça da Comarca de Santa Inês.
Segundo o Ministério Público, no dia 29 de julho, à tarde, a vítima Ocean do Nascimento Alencar e sua companheira, Elisabete Santos Campos, foram ao velório de "Luluta", assaltante morto no dia anterior, 28 de julho de 2009, numa operação da Polícia Militar. No velório, também se encontrava o acusado Francisco Cleiton Oliveira Ferreira, conhecido como "Cleitinho", que, visivelmente abalado, prometia se vingar de quem tinha matado Luluta.

No retorno do cemitério, dentro do ônibus, "Cleitinho" quis iniciar briga com Raimundo Ramos dos Santos, a quem xingava e prometia matá-lo. "Chegou a cuspir em sua face e foi acalmado por outros passageiros".

Conforme sustentou o Ministério Público, quando o ônibus chegou à Rua Nova Brasília, no Bairro da Palmeira, "Cleitinho" continuou ameaçando Raimundo Ramos dos Santos, que se refugiou na casa da dona do bar Pinguim. O acusado, então, foi até sua casa, armou-se com uma faca e pediu que a dona do bar colocasse Raimundo para fora, pois iria matá-lo.

Nesse momento, Ocean, sua companheira e a senhora Nila Maria Correa passaram pelo local. Tentando apaziguar a situação, a vítima pediu a "Cleitinho" que fosse para casa, dizendo-lhe: "vai dormir, do jeito que tu tá (sic) com essa perna ferida, Raimundo sai de lá e te bate".

"Ato contínuo,"Cleitinho"perguntou se Ocean estava se doendo por Raimundo e puxou uma faca, postando-se Elisabete entre os dois, sendo empurrada pelo acusado, que investiu contra a vítima desferindo-lhe sete facadas", relata a acusação do MP.

A defesa foi realizada pelo advogado Irandy Garcia da Silva. Proferiu a sentença a juíza Kariny Pereira Reis.

(CCOM - MPMA)

Um comentário

  1. esse salafra assasino era para pegar trinta anos infelismentenão temos lei no maranhão

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