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Pastor pode ser executado a qualquer momento

24 de fevereiro de 2012







Um pai de família, pastor de um pequeno grupo, morador de um pequeno povoado, Youssef Nadarkhani é mais um cristão e condenado à morte no Irã.
Youssef Nadarkhani condenado a morte! 
Desde quarta feira, 22 fevereiro de 2012, agências internacionais noticiam a decisão da justiça iraniana de executar o pastor (provavelmente por enforcamento). Na opinião de especialistas, a única forma do governo iraniano rever a decisão é através da pressão internacional.
Apesar disso, parece que a mídia impressa brasileira não vê relevância neste fato.
Parabéns ao JN da Globo que dedicou 1’53″ (um minuto e cinquenta e três segundos) para abordar o tema em sua edição de 23 fev.
É claro que esta condenação afronta os direitos humanos, a liberdade religiosa, os valores universais. Mas o que causa espanto e indignação é o fato de não ver uma mobilização em protesto. E aí OAB? E aí grupos de defesa dos direitos humanos?
Que os respeitados parlamentares estejam em silêncio, posso entender… “é que esta decisão nos pegou bem no feriado de carnaval… estamos em recesso”.
Mas e o Itamaraty? E nossa Presidente? E os ministros?
O que dizer dos apóstolos, bispos, evangelistas e pastores, com horas e horas de rádio e TV em rede nacional… Por que o silêncio diante de um irmão perseguido?

Seria muito esperar uma nota de protesto, uma corrente de e-mail?
Talvez seja justo lembrar que muitos ainda estão de ressaca dos retiros espirituais, avanços evangelísticos, encontros de consciência… Afastamo-nos tanto do mundo que esquecemos de salgá-lo.
Fica aqui meu reconhecimento aos muitos anônimos que teimam em levantar sua voz nas redes sociais num momento como este.


Pedras, é tempo de clamar!

Veja a seguir o texto publicado no G1 e o vídeo do Jornal Nacional:

O pastor evangélico Youssef Nadarkhani foi preso, acusado de abandonar a fé islâmica. Decisão da justiça iraniana provocou indignação internacional.




Uma decisão da justiça do Irã provocou indignação internacional e protestos de defensores da liberdade de religião. Um homem que se converteu ao cristianismo foi condenado à morte.
Youssef Nadarkhani foi preso em 2009 porque não quis que os filhos estudassem o livro sagrado dos muçulmanos – o Alcorão.
Ele se tornou cristão aos 19 anos de idade e três anos depois, já pastor evangélico, fundou uma pequena comunidade cristã na cidade de Rasht, a noroeste de Teerã.
Nadarkhani foi preso, acusado de abandonar a fé islâmica, e recebeu a sentença máxima: morte por enforcamento.
Durante três anos, o caso foi examinado por cortes superiores iranianas. A esposa de Nadarkhani também foi detida, chegou a ser condenada à prisão perpétua, mas depois foi solta. O pastor, por três vezes, recebeu proposta de abandonar o cristianismo e voltar para o islã, em troca da suspensão da pena de morte. Youssef Nadarkhani não aceitou.
Segundo o Centro Americano de Lei e Justiça – uma organização que defende a liberdade religiosa nos Estados Unidos e acompanha o caso de Youssef – a sentença foi confirmada pelo governo iraniano e a ordem de execução foi dada.
Jordan Sekulow, diretor do centro, vem divulgando em um programa de rádio a perseguição contra Nadarkhani.
Não sabemos se ele ainda está vivo nesse momento” diz Sekulow. “A ordem de execução não é divulgada publicamente. A única coisa que pode salvar Nadarkhani”, ele diz “é a pressão internacional, principalmente de países como o Brasil, que tem boas relações diplomáticas com o Irã”.

Com informações do site Teleóis, adaptado ao Blog do Fernando Teixeira com algumas alterações.

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