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OPINIÃO - Quem disse que seria fácil?

23 de abril de 2015


OPINIÃO
Apesar de oposicionistas ao governo de Ribamar Alves amaciarem a tecla do 'a nossa vitória é certa em 2016", o grupo da possível candidata a disputar a vaga em Santa Inês tem números e consciência política de que a disputa só 'acaba quando termina'. Prova disso foi  a saída pela tangente realizada pelo grupão nesta semana. À francesa, eu diria. 
Pianinho, e coberto por uma manta de intenções e acordos obscuros, dois tornaram-se um.

Às escondidas, quem já bradou pelos quatro cantos deste estado a impossibilidade de acordo, anda de mãos dadas com o antigo desafeto.
Teve quem deu palavra de honra ao povo de que NUNCA mais se envolveria no meio político partidário. Penduraram as chuteiras somente para trocar de uniforme. Coisa de político, você diria. A mim, me parece coisa de politiqueiro.
Surpreendeu-me - deveras - a participação de um empresário transparente, renomado e premiadíssimo no Maranhão, nesse balaio de interesses escusos. 

O certo é que o grupão está de volta e com muita força política e financeira para retomar o poder na capital do Vale do Pindaré. Foram décadas à frente da prefeitura e essa turma não pretende abrir mão tão fácil assim. A estratégia inicial não foi das mais bem elaboradas, mas conseguiu atingir a atual administração. Na torcida pelo pior, oposicionistas usaram até a vida pessoal do gestor para questionar a administração e incitar um falso desejo de voltar ao passado. O lugar-comum não se sustentou e novas estratégias precisam ser empregadas.

Pensando nisso - e sem pestanejar-, o grupão abandonou a matriarca e ex-governadora do Maranhão que tanto o acolheu e cuidou. A decisão vai além do narcisismo político e nem se aproxima do que, de fato, deveria. Essa decisão é perigosa. Os estilhaços dessa aliança podem atingir, fatalmente, o peito dos desertores. 

Assim sendo, dividir para conquistar, definitivamente, está fora de cogitação. Agora será 'todos contra Ribamar Alves'. Parece fácil, mas é preciso ter em mente que o fiel da balança não é o dinheiro. É o povo.

Quem disse que seria fácil? Suspeito que essa vertente só pode ter brotado, originalmente, na cabeça de 'intelectuais do Facebook'.



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