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Eliziane pede audiência para discutir atendimento nas maternidades e hospitais

13 de março de 2012







“Precisamos encontrar alternativas para evitar o óbito fetal e a morte materna no Maranhão”. Assim a deputada Eliziane Gama (PPS) defendeu na manhã desta terça-feira (13) a necessidade de realização de audiência pública para tratar sobre a dificuldade de atendimento nas maternidades e hospitais do Maranhão, principalmente em São Luís.

De acordo com a parlamentar, a falta de leitos nas maternidades e hospitais da cidade faz com que dezenas de mulheres grávidas precisem peregrinar em várias unidades de saúde para conseguir atendimento. Ela citou dados que apontam que São Luís está entre as capitais brasileiras com maior número de morte materna e óbito fetal.

“Na semana passada, acompanhamos o caso de uma senhora que percorreu várias maternidades para conseguir dar a luz ao seu filho. Um drama vivido por centenas de mulheres no Maranhão e na capital”, relatou.

Eliziane disse que compreende a complexidade do sistema público de saúde, mas afirmou que é preciso encontrar alternativas para evitar os altos índices de morte materna e óbito fetal.

Ela garantiu que encaminhará requerimento solicitando uma audiência pública com a presença dos diretores da maternidade, secretários de saúde, representantes do Ministério Público, e demais órgãos, para discutirem o assunto e encontrarem soluções para resolver o problema.

Na tribuna, a parlamentar disse que outro grave problema é o número insuficiente de profissionais de saúde. “No Maranhão, por exemplo, existe um pediatra para cada dez mil crianças, que ficam sem cobertura por causa disto. Isto acontece principalmente em período chuvoso”, destacou.

A deputada finalizou o discurso falando sobre o drama das crianças com doenças cardíacas que estão na fila de espera por uma cirurgia no coração.

“Temos uma fila gigantesca hoje no Maranhão, são 700 crianças em uma fila de espera. No Materno Infantil, por exemplo, para a realização de cirurgias cardíacas, apenas cirurgias cardíacas, são meses, até anos, de espera”, lamentou.

Assecom / Gab. dep. Eliziane Gama 

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