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Homenagem a recordistas brasileiros com Síndrome de Down

21 de março de 2012








Dilmar Teixeira Brito, natural de Alto Parnaíba – MA, morreu com 74 anos. Ele era torcedor fanático do Flamengo e sua vida foi um exemplo de perseverança. Homenagem (in memorian) como o portador brasileiro da Síndrome de Down que mais viveu.

 

O RankBrasil – Recordes Brasileiros – celebra nesta quarta-feira (21) o Dia Internacional da Síndrome de Down, homenageando os recordistas que possuem esta alteração genética.

A data serve para mostrar que o portador da Síndrome pode ter uma vida normal e a sociedade deve fazer o seu papel, no sentido de não discriminar e lidar da melhor maneira com suas limitações.

Aos poucos, as pessoas com Down estão ganhando espaço no Brasil, ocupando cargos de trabalho em diferentes setores, ingressando em universidades e até atuando em novelas e filmes.

Embora a Síndrome não tenha cura, o avanço da medicina permitiu um aumento significativo na expectativa de vida. De 15 anos, em 1947, passou para 50 anos em 1989.

Superação humana

Há portadores de Down que vivem mais do que a expectativa da ciência e são estas pessoas que o RankBrasil homenageia nesta data, celebrando o dom de superação humana.

Um dos homenageados é Raimundo Cardoso de Almeida, conhecido como ‘Raimundim’, que reside em Maracanaú – CE. Com 67 anos, ele é o portador de Síndrome de Down com maior idade no Brasil.

Muito organizado com suas roupas, Raimundim tem responsabilidade em cuidar do lixo na casa (hábito que ele mesmo adquiriu), gosta de se arrumar para ir à igreja evangélica e carrega sempre uma bíblia que é herança dos pais.

Já a portadora da Síndrome com maior idade no país, que também merece a homenagem, é Maria de Nazaré. Conhecida por ‘Teté’, ela tem 68 anos de idade e mora em Fortaleza – CE.

Teté tem uma agenda cheia: frequenta uma escola especial três vezes por semana, tem uma sessão semanal com um terapeuta ocupacional, duas sessões semanais com um fisioterapeuta e todos os domingos frequenta a igreja católica.

O que mais viveu

O RankBrasil também faz uma homenagem (in memorian) a Dilmar Teixeira Brito, como o portador brasileiro da Síndrome de Down que mais viveu.

Natural de Alto Parnaíba – MA, Dilmar morreu com 74 anos. Ele era torcedor fanático do Flamengo e sua vida foi um exemplo de perseverança.

Síndrome de Down

É uma alteração genética produzida pela presença de um cromossomo a mais, o par 21, por isso a Síndrome de Down também é conhecida como Trissomia 21. Essa alteração afeta o desenvolvimento do portador, determinando algumas características físicas e cognitivas.

Dia Internacional

O 21 de março foi escolhido para celebrar o Dia Internacional da Síndrome de Down porque a data se descreve como 21/3 ou 3-21, o que faz alusão à trissomia do 21.

Recordes brasileiros

Todos os recordes brasileiros relacionados à Síndrome de Down podem ser visualizados no site www.rankbrasil.com.br

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