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Telefonemas e imagens gravadas podem levar ao matador de Décio Sá

24 de abril de 2012




O Disque Denúncia havia recebido, até o início da noite de terça-feira (24), pelo menos 10 telefonemas dando informações que podem ajudar na elucidação do assassinato de Décio Sá.  O jornalista e blogueiro foi executado em um bar na avenida Litorânea no fim da noite da última segunda-feira, 23.

De acordo com o blog do Luis Cardosos, empresários juntaram uma quantia de R$ 100 mil que será doada a quem apontar o matador do profissional da imprensa maranhense. O secretário de Segurança Pública, Alusio Mendes, garantiu que os informantes terão o sigilo preservado.

Mendes informou ainda, em entrevista coletiva, que imagens filmadas por sistema de monitoramento eletrônico de casas próximas onde um veículo aguardava o matador estão sendo recolhidas. Imagens de câmeras de trânsito também foram recolhidas pela polícia para análise.

Placas da moto e traços físicos dos bandidos foram fornecidos por testemunhas. Segundo um garçom do restaurante onde Décio Sá foi executado, o bandido tem pele morena.

Alarme falso

Na tarde desta terça-feira (24) uma informação equivocada sobre a prisão de quatro homens que estariam ligados ao assassinato do jornalista deixou muita gente eufórica. A informação não foi confirmada. Os homens foram realmente detidos, mas o motivo nada tem a ver com com o crime brutal ocorrido na noite de terça.

Os policiais de SEIC concluíram no fim da tarde de hoje (24) que as quatro pessoas presas nas proximidades do Posto de Pedrinhas, na BR 135, são suspeitos de cometerem outro crime: a saidinha de banco.

não tem nenhuma relação com o assassinato do jornalista Décio Sá, executado ontem em um restaurante da avenida Litorânea, por volta das 23h.

Um dos homens, um policial militar reformado, portava uma pistola calibre 0.40, com 20 munições e mesmas caraterísticas da arma que matou Décio Sá, além de R$ 2,446 em dinheiro.

Eles foram encaminhados para o 12º Distrito Policial, no bairro do Maracanã e posteriormente para a SEIC.

Após as investigações ficou comprovado que os quatro são suspeitos de participação em uma saidinha de banco na cidade de Bacabeira.

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